Ficção Científica

( Agente do Caos )


Primeiro se fez o fantástico! Daí o fantástico botou os pés no chão e começou a usar a razão, e virou ficção científica. Tá bem explicado? Posé, não vou encher linguiça com uma discussão chata. Querem uma definição bonitinha? Pergunta pra GODGLE, eu vou falar do Asimov. Continuar lendo »

Nonsense

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Edições e Novidades

( Agente do Caos )


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Olhei pro título desse post e me lembrei da Jane Austen, Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito…

Tá, deixa pra lá, corta a viagem 😀

Foi-se mais uma edição e lá vamos pra próxima. Seguindo a linha, temos um tema gerador beeeeem diferente do anterior… o Trio Floripa escolheu “Ficção científica Brasileira”. O desafio nesse caso é escrever uma ficção científica que se passe no Brasil, ou com brasileiros, ou tenha algo que a defina como brasileira. Vou mandar já na sequência um post sobre ficção científica.

Também aproveitei pra fazer duas coisas: Continuar lendo »

Mancomunações
Recados

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sem título

( Leandro De Maman )


ser
veja
a si
tosco
oco
como
copo
poco
da
verdade
sicabe
ou
sisabe

Copo Cerveja
Poetadas

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Excertos de uma Taverna Moderna – Repentes à beira-mar

( Agente do Caos )


(Coro)

À Beira mar, À Beira mar

Eu vim aqui pra beber,

Mas eu quero é namorar! Continuar lendo »

Copo Cerveja
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Infernalmente gelada

( Alcyr Spíndola )


Záu estava irrequieto. Bom, demônios estão sempre irrequietos, mas a falta de atividade o deixava mais irrequieto. Ele era um demônio menor, nunca tendo sido “famoso”, teve sua fase áurea alguns séculos atrás, quando o aumento da população humana aqueceu o mercado de trabalho dos demônios. Depois, os humanos se tornaram mais independentes e demonstraram sua grande capacidade de fazer o mal por conta própria, dispensando da ajuda dos demônios. O mundo ficou quase tão chato quanto aquela época entre a criação do universo e o surgimento da humanidade: milhões de anos e nada pra fazer. E cá estava ele, parado de novo. Entediado, ele resolve deixar o inferno e vir checar o que o seu padre pedófilo favorito estaria aprontando. Seria apenas uma missão de observação, já que o padre em questão não precisava de nenhum incentivo ao pecado, mas serviria para passar o tempo até que surgisse uma nova inspiração para agir, pois Záu, como bom demônio que era, preferia um papel mais ativo em seus negócios. Assim como o padre. Mas no caminho até o padre, Záu topa com uma distração. Continuar lendo »

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Reticências

( ferioxp )


Enquanto a garrafa de cerveja precipitava-se em câmera lenta mesa afora, o copo já alcançava o chão, espatifando-se em minúsculos caquinhos. A franja castanha redemoinhava no ar, fios soltos, encobrindo parcialmente os olhos assustados.

May observa algo, séria,tocando de leve o vidro gelado da janelinha do quarto, a lágrima caindo dos olhos verdes. São belos esses verdes refletidos, porque choram. Continuar lendo »

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Joana, o cabo de vassoura e o avental de margaridas

( Sarah Zewe Uriarte )


E ela me olhava, me chamava, me gritava. Do outro lado da rua, minha mulher fazia o mesmo. Estava entre elas: a mulher e a cerveja. E por mais que aquela cena me soasse um tanto patética: um homem perto de seus 40 anos, não de todo feio, mas com uma barriga considerável e meio careca, sentado na mesa de um bar, fitando um copo de cerveja e desejando que ele fosse seu, assim como as garotas no balcão; e sua mulher do lado oposto, com seu avental de margaridas e o habitual pano de louça pendurado no ombro, chamando seu nome. Talvez, fosse exatamente por isso que gostava tanto da cerveja: não usava avental de margaridas, nem pendurava panos de louça como acessório. Continuar lendo »

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Sonata da Cerveja (para pianos desafinados)

( Thalita Coelho )


Mariana andava nas ruas pedindo dinheiro pra cerveja. Era descabelada, tinha no mínimo a mesma quantidade de espécies de piolho que Bob Marley em seus últimos dias e andava com um tênis que havia ganhado de uma velhinha da igreja, que vivia fazendo rifas e arrecadações para “jovens carentes”.Mariana não era carente. Ela não pedia porque era pobre, nem porque sentia fome. Mariana queria cerveja, e foi cerveja a vida toda que ela pediu. Continuar lendo »

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Temas

( zelador )


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Olá caros melodramáticos,

Pra ajudar na tempestade de idéias para os pŕoximos temas, vamos trazer uma parte da discussão pra Internet, usando o portal e o fórum pra isso :D.

Mas a decisão do tema, e se vai ter tema ou não, continua sendo dos presentes nas reuniões presenciais.

Por falar em não ter tema, tem muita produção que não tem nada a ver com tema nenhum, então de vez em quando faremos uma edição não temática, pra reunir essa produção e soltar essas idéias no mundo. Falo de vez em quando, pois diferente da versão baseada num desafio, as edições sem tema serão a consequência de material previamente submetido para publicação, mas sem tema.

Assim, basta que o autor entre no portal do melodrama, escreva um rascunho e o coloque na categoria Avulsos. Quando atingir um número razoável de posts( sei lá, 5?)  nessa categoria coloca-se a opção na mesa pra discussão.

Esse post está linkado no fórum, por favor, usem esse tópico no fórum para colocarem propostas de temas para próximas edições ou quaisquer assuntos relacionados. Lembrem-se, vocês podem criar um novo tópico no fórum, sempre que quiserem, seja indo diretamente lá, ou fazendo um post aqui no portal e selecionando lá embaixo a opção de criar um link para o fórum.

Ah, em tempo, nessa última reunião, decidiu-se pelo tema “Copo Cerveja” para a próxima edição, asim, sem preposições nem vírgulas, pra que os autores acrescentem a licença poética.

Seria iinteressante que a proxima reunião fosse em Floripa e que a galera daqui batesse o martelo sobre o tema, pra dar uma variada :D. Ou seja, conclamo a todos os colaboradores da Ilha para uma cerveja nessa terça à noite no Armazém do Córrego, aonde rola uma sopinha da hora num lugar simples com cerveja barata 😀

Ah, mais em tempo ainda, esqueceu-se da data de lançamento da próxima edição, vou tomar como sendo dia 03/08/2008 e no caso de discordâncias, por favor se manifestem :D.

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Melodrama – Criança com o dedo torto apontando para o chocolate

( zelador )


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O Melodrama é um grupo de pessoas que às vezes se reúne e faz algo no campo da ficção e, geralmente, na forma escrita. Fazia um bom tempo que isso não acontecia, mas agora a gente se agitou e pariu algo. Talvez não na melhor forma, nem do melhor jeito, mas foi divertido para os envolvidos e espero eu que seja divertido para os leitores,

O desejo é que seja uma brincadeira de gente grande, que curte escrever e que não tem medo de se expor. Novas edições virão, temas diferentes, jeitos diferentes de se fazer o melodrama serão inventados e a gente vai mudar, desde que continue se divertindo no processo!

Pois então, nessa edição tivemos um tema gerador, “Uma criança com o dedo torto apontando para o chocolate”, e o resultado está ái embaixo! Sinta-se à vontade para comentar no fórum em anexo sobre suas impressões e deleite-se das obras de nossos autores!

Criança com o dedo torto apontando para o chocolate
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