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Felizes para Sempre Thaís Arrias Weiller Tu olhavas-me com olhos de quimera Profundamente selvagem e vil E encaravas minha labuta servil Com impassibilidade severa Senti destituir-te os olhos mera E simplesmente por teu ardor tão bestil No afã de apagar teu interior viril Encarnando o tirano que não era Tomei a faca e cravei em teu peito, Nero Enquanto repousavas com esmero Foi-te embora, sem suplicas ou prantos Esquartejado por quem prometeste Amar, porém esqueces-te que neste mundo há de tudo, menos santos. | ||