Nós, livres pra ajudar, desprendidos do mórbido passado inútil, passamos pro mundo do presente, mundo este revolucionário por sua excência existencialista. Aqui estamos e muito podemos fazer. O passado existiu, temos que aprender com ele em nossa memória, mas do que adianta trazer o inexistente, o platônico ao presente?
Temos que mudar, temos que revirar o mundo, e podemos, se não pudermos ninguém mais pode... pois nós temos tudo, nós temos o presente, e este é a base transformadora de tudo, temos que viver o hoje pra termos um amanhã muito melhor. Podemos viver pra nós, singular simplesmente, mas também podemos viver no plural, viver conjugados, conjugados pluralmente, não apenas retidos a um universo de duas pessoas, o mundo é muito maior que essa caixa.
Nesse mundo de céticos o fluxo do senso comum às vezes desbaratina essas atitudes, mas podem ter certeza que a solidariedade está encravada na nossa alma, é nosso lado subjetivo, é institivo protegermos nossa espécie, mas somos muito além, nós pensamos e podemos agir coletivamente, no mundo todo com um só, somos uma só natureza e você pode ter certeza disso.
O artificial foi um conceito naturalmente criado pelo homem para compreender uma estrutura, para seccionar o que é natural e sustentável do que é artificial e, geralmente, insustentável. Por isso volto a repetir: somos todos uma natureza só, podemos viver isoladamente e nada produzir, é uma opção, mas podemos também produzir muitos frutos para a próxima safra, produzir muito mundo para este mundo!
O autor pensa que escreve, fotografa, sorri, canta e dança... o autor pensa pelo menos... se pensa, logo existe então alguns pensamentos estão na República (www.arepublica.blogger.com.br). O autor faz parte do projeto Grande Roda de Tambores (www.granderodadetambores.com.br) e convida a todos a conhecer e participar, porque acredita na força revolucionária da consciência. O autor é quem escreve, é autor quem é artista por um instante, quem cria e mostra o que há além do nada.