-ar-

veio aquele suspiro
que eu tanto conheço
tanto sei o que significa
tanto espero não mais esperar
e tanto noto que some
vez
ou
outra

não voltes feito mão
que sonha
dia
mais
dia
ter movimento repleto
por entre meus cabelos
cor de avelã

assassina estas palavras
se também não mais precisas de mim
assim te libertas sem culpa
apenas
para aprisionar outra borboleta
e deixá-la morrer asfixiada
por entre as entranhas
do teu sangue (azul)

Francine Blasius
tem gente que acredita, tem gente que não.

sempre quer, mas não quer. sempre sabe, mas não sabe.
(...)
enquanto isso, ela vai escutando algo do tipo radiohead-pavement-air-los hermanos e ladrilhando palavras. com um ar indecifrável de aparente-tranquilidade.
enfim.

de vez em quando tem mais,

a.ficha, não-técnica:
http://sleeperstar.blogger.com.br
a.cara, escondida:
www.fotolog.net/sleepystar
o.icq, palíndromo:
120656021

Voltar à página inicial
Anátema
Maria Claudia Muller
Caminhando a gente se entende
Guilherme Meneghelli
Sem título
Luciana Marinho Dutra
Addio
Débora Fusinato
Masta
Giovana Dias
Fome
Fernando da Silva Trevisan
Sem título
Leandro Luiz de Maman
Meneável
Antônio José de Mello
Poema de ninguém
Rodrigo Pereira de Barros
Tu
Alegna
O último pôr-do-sol cinzento
Amanda Onishi
-ar-
Francine Blasius
Fogos de Belfast
Jefferson Seide Molléri

Deixe seu recado:

Seu nome:
   

Seu e-mail:
   

Seu recado ao autor: