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Minha criança da noite...
No teu silencio, o valor do interminavel.
Crepusulos do alvorecer, que escandalos
serao descobertos em um estrondo mudo.
Dura foi tua experiencia por falta de inteligencia.
Pulsa por teus ombros, minha mao fria.
Vês em meu rosto, com teus olhos cerrados, fantasmas.
Escura brisa ofegante que lhe cerca.
Por teus sonhos abandonados, pulsa chamas mais incertas.
Com tuas asas, e uma voz confiante já inesperada,
se lança as novas correntes de velhas incertezas,
vês que o tempo assim perdes, e mesmo assim
pela vaga esperança de me encontrar novamente,
nem que seja no amanhecer, pela ultima vez.
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