
Na sombra ele se esconde,
Com o capitalismo à solta,
Na luz ele se revela,
Com o governo corrupto,
Esperando o momento errado para sair.
Como a riqueza e o glamour
Devagar e constante, brincando.
Alimentando a vida, para sempre,
Do algo que nos falta,
O único alvo, surpreendendo.
Com os pés pela cabeça,
Do chão à terra,
Reduzimos o coração, e pensamos no sexo.
Que continuamente será motivo de conversa.
Desaparecendo como nunca apareceu,
Afogar as mágoas e rir das vitórias,
É o máxi mus dos máxi mus que podemos fazer,
Digerindo tudo com prudência, cujo o enlace produz o raiar maduro do dia.
Sadicamente o escândalo da Morte que concebe e gera,
A ilusão do "te quero tanto assim",
Repartidas as manhãs, uma tranca infantil e vulnerável.
Sufocantes ossos puros, que não ficaria na covinha Láctea.
"Eu acredito em algo chamado "Amor"?"
Débora FusinatoBiodiversicatipadamente, Débora, mais conhecida como Jóia entre os amigos, Escreve ainda para "3dot" http://3dot.flogbrasil.terra.com.br, Ocasionalmente para "Contos Eroticos juvenis" http://peij.weblogger.com.br, E seu blog pessoal "Noaru" http://noaru.weblogger.com.br.