Blusa branca, saia, melissinha. Presilhas nos cabelos a deixavam ainda mais menina.
Assim apareceu na minha frente e, zelando pelo seu bem estar, não poderia fazer diferente: coloquei-a no meu colo. E me aproveitei da situação como bem quiseram meus instintos.
Sem a menor cerimônia, deslizei a mão sobre sua coxa. Já no meio de suas pernas, afastei sua calcinha e sem pudor algum enfiei meu dedo médio dentro dela.
Vendo-a morder os lábios, sentindo-a rebolar de leve, parei de mexer apenas depois de sentir me segurar com força e gemer baixinho em meu ouvido. Não seria bom que os outros vissem o que estávamos fazendo...
Abriu os olhos, suspirou.
Quem sabe um dia sentará naquele colo e sentirá a mão dele no lugar da sua.
Norma Lucia