Anjos
débora fusinato
Inúmeras coisas e sentimentos ele esconde,
Um anjo meigo e cândido suspira
Suspiro cheio de melancolia
O que ele, o coração, almeja,
É sonho que de lágrimas delira.
A dor que mora n´alma
Destrói cada ilusão que nasce
E tudo oque devora, se estampa no rosto, o coração.
Pobres corações depedaçados.
Sanguinolentos restos avermelhados pelo chão.
Doçura, compaixão e suavidade
Misericordia pura
Da coléra que espuma.
Entao um beijo em tua fronte deponho.
Quero seguir o anjo em seu vôo com um velho hino triunfal.
Que me dará impulsos, ferramentas e coragem.
"Tire o ódio de que necessito, para que possa ver
que dentro de mim só o inferno que queima"