sábado, 8 de maio de 2004. edição 1

Anjos
débora fusinato

Inúmeras coisas e sentimentos ele esconde,
Um anjo meigo e cândido suspira
Suspiro cheio de melancolia
O que ele, o coração, almeja,
É sonho que de lágrimas delira.

A dor que mora n´alma
Destrói cada ilusão que nasce
E tudo oque devora, se estampa no rosto, o coração.
Pobres corações depedaçados.
Sanguinolentos restos avermelhados pelo chão.

Doçura, compaixão e suavidade
Misericordia pura
Da coléra que espuma.

Entao um beijo em tua fronte deponho.
Quero seguir o anjo em seu vôo com um velho hino triunfal.
Que me dará impulsos, ferramentas e coragem.

"Tire o ódio de que necessito, para que possa ver
que dentro de mim só o inferno que queima"


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